quinta-feira, 18 de março de 2010

A busca incontrolável pelo conhecimento!

Se há alguma coisa que me motiva é busca pelo conhecimento.

Esta palavra conhecimento me fascina.

Conhecer o desconhecido, buscar o que esta em oculto,o que não foi desvendado em minha mente, é como o ar que respiro, não busco apenas por hobbie mais por necessidade.

Devo transmitir a todos o conhecimento adquirido, devo praticar em todo tempo o que por mim foi aprendido nas minhas vulneráveis memórias. Como pão que é repartido, o conhecimento deve ser como água que não deve ser negada ao sedento pedinte, assim deve entregar o conhecimento por mim recebido, no meu momento de sede insaciável.

O conhecimento gera a sabedoria a partir do momento que o que foi desvendado for colocado em prática.

Anderson Menger

andermenger@ig.com.br

terça-feira, 9 de março de 2010

Ganância

Uns afirmam não ter, mas cheiram a ela, outros orgulhosamente afirmam ter!

Como um câncer, ela domina e se espalha provocada sempre pelo desejo egocêntrico de querer mais, como uma sanguessuga que se grudou num hospedeiro, e não vai largá-lo até ter sugado o máximo possível de sangue, estando quase a estourar.

Como Pahóm, personagem de Leon Tolstoi, em A terra que precisa um homem, no seu desenfreado desejo de ter mais terras acabou perdendo a vida.

A ganância leva a morte, física, psíquica e espiritual.

Este desejo desenfreado de ter tem levado pessoas, que muitas vezes são nossos próximos ao fundo do poço. O que precede a ganância é o orgulho, que produz o desejo de ter mais que o próximo. Tornando a vida em comunidade uma grande besteira, ao qual se tem em mente que não precisas de ninguém para poder alcançar seus objetivos, pessoas deixam de serem humanos, amigos, vizinhos e passam a ser meios pelos quais eu posso alcançar aquilo que minha ganância deseja. E depois de utilizar destes “meios”, eles são descartados, e é assim que a solidão começa a rondar os gananciosos.

Os gananciosos têm 10, 100, 1.000 vezes mais do que precisariam para viver, se dizem ricos, mas sempre querem mais; tem tudo, porém morrerão pobres, de alma!

Desejo a você a vida simples, o anonimato, a saúde tanto física quanto psíquica, uma vida em comunidade, aprendendo com aqueles que são simples, e lutam contra a ganância.

Anderson Menger

andermenger@ig.com.br

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulheres...

Tão lindas e delicadas tão fortes e decididas.

Consideradas frágeis, mas na sua suposta fragilidade, suportaram nos humanos, em seu interior, sendo nós sim frágeis dentro de vocês.

De várias raças, várias nações e idiomas, se utilizam da mesma linguagem o amor.

Que amam que muitas vezes sofrem, e ainda assim não desistem da vida!

Que são agredidas por seres, que deixaram de ser humanos, quando levantaram a mão sobre vocês que uma vez os geraram.

Que choram, em silencio ou na frente da multidão, ou por vergonha da sua situação ou por não ter vergonha de mostrar seus sentimentos.

Mal compreendidas, que sofrem por causa desta rixa machista, que os homens não perceberam que lutam contra eles próprios.

Vítimas de preconceitos inumanos, e mesmo assim continuam de cabeça erguida.

Sem vocês não existiria história!

Sem vocês não existiria a vida!

Anderson Menger

andermenger@ig.com.br

Encontros e Desencontros

Nos encontros e desencontros dessa vida, a historia é feita, e tantas outras vezes refeita.

No dia-a-dia, encontramos tantas coisas que não percebemos os encontros que a vida nos proporcionou.

Encontros simples e diferentes de nossos sonhos, mas que seriam capazes de mudar as nossas vidas, se os tratássemos como “um encontro”; não tratando assim são apenas desencontros, que não mudam nada, apenas fazem de nossos dias uma grande monotonia.

Devemos aprender a fazer dos esbarrões do dia-a-dia, encontros marcantes, das pessoas simples e desconhecidas, mestres e sábios.

Devemos aprender em nossos encontros a ficarmos quietos, e ouvir a história de vida de cada pessoa que estamos tendo um encontro.

Histórias não são apenas fatos passados, mas são também decisões tomadas no futuro.


Anderson Menger

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mudando a mentalidade!

O que nos impede de crescer?

Eu respondo: - Os nossos preconceitos, as nossas limitações mentais, que nos fazes continuar da mesmice!

Como eu posso mudar você me pergunta, e eu lhe digo:

- Esqueça tudo que você aprendeu, não se julgue melhor que seu próximo!

Mas o que é essamudança de mentalidade”?

É quando você não está satisfeito com algo, quando você está descontente; aí começa um processo, que nos deixara loucos, mas nos fará viver melhor.

Pessoas com a mentalidade trancada, emperrada, não conseguem perceber que as coisas novas a sua volta ,estão para ajuda - lá, e se torna um grande opositor daquilo que está para ajuda – lá!

Pessoas com suas vidas trancadas, simplesmente são o reflexo de suas mentes.


Anderson Menger

quarta-feira, 3 de março de 2010

Amor é ...

Amor é quando nos olhos da pessoa a sua frente você vê ódio, e ainda consegue abraçá-la,

Amor é quando a frieza dominou todos a sua volta e você não cansa de tentar aquecê-los,

Amor é quando aparece um morador de rua e você o trata como um presidente,

Amor é quando você tem todo o direito de odiar uma pessoa, e resolve perdoá-la,

Amor é quando você abre mão de um sonho seu para satisfazer o do seu próximo,

Amor é quando eu parar de escrever este poema; é você perceber que o amor vive em você.


Anderson Menger

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pelo que você morrerá?!

Lutam melhor os que têm belos sonhos. Che Guevara

Muitos hoje estão á espera da morte, muitos a chamam, outros a provocam por que não agüentam mais as suas dores.

Nossa sociedade vive sem saber o motivo de viver, nossos jovens não têm mais um ideal de vida, a depressão castiga aqueles que consegue dominar, o numero de suicídios tem aumentado! O que fazer?

A pergunta é “pelo que você morreria?”. Se você tem algo que daria a vida por aquilo, você tem motivos para viver.

Tenho um conselho para você: Se ainda não encontrou um objetivo em sua vida, busque-o! Você viverá feliz!

A vida tem sentido quando temos um motivo para perde-lá! Anderson Menger