terça-feira, 5 de abril de 2011

Penso na vida diferente que você!


Aonde você vê a dor eu vejo a oportunidade do amor, onde vê a pobeza eu vejo a oportunidade de compartilhar, onde você enxerga o desastre eu enxergo a oportunidade de ajudar, aonde você enxerga a guerra eu vejo a paz, aonde você enxerga o fim, para mim é apenas o começo de um novo caminhar.


Não estou a considerar-te cego, pelo contrario, você enxega essa realidade para qual estou cego, porém eu vejo algo que seus sentidos não conseguem decifrar.

Anderson Menger

quarta-feira, 2 de março de 2011

Convicções


O que fazer quando suas convicções deixam de ser suas ???

Havia convicções minhas que brigaria com qualquer um por causa delas, hoje até elas me abandonaram.

Minhas parceiras se tornaram as irmãs dúvidas, ao qual tentam me atrapalhar, mas acabam sendo ótimas companheiras, por que gostam de me fazer pensar.

Descobri que os verdadeiros amigos são aqueles que não concordam com você, mas mesmo assim continuam do seu lado, não tem preconceito com suas opiniões apenas as questionam. As dúvidas tem sido meu auxilio, mesmo muitas vezes parecendo-me que estão levando minha mente a loucura, elas fizeram meus olhos realmente se abrir.

Hoje não acredito em tudo que acreditava, mas nas coisas que acreditava, e passaram pela prova das duvidas, se tornaram inabaláveis.

Convicções são boas, mas não são suficientes para mudar alguma coisa, a ação é melhor que a convicção, mas muitos pensam “mas não agimos somente quando temos convicção?A convicção muitas vezes é inimiga da ação, por que o amor é muito mais que uma convicção sim é uma ação!

Em breve escreverei mais, meus pensamentos são quase como pinga-gotas, aos poucos vão se formando!

Anderson Menger

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Ciclos terminam, Alianças perduram

Hoje é dia 31 de dezembro nem sei quantos dias ou meses fazem que não escrevo mais; mas estou aqui para terminar o ano do jeito que queria escrevendo.

Todos finais de ano são desafiadores, não é de se assustar de que tem muitas pessoas que não agüentam a pressão e pirão diante do desafio de um novo ano.

Sei que esse ano teve tragédias, acidentes e incidentes que mudaram os planos feitos nesse mesmo dia há um ano atrás, sei que a dor visitou muitos, a doença e a dificuldade financeira se tornaram quase que uma moradora indesejável de nossas casas. E pensar que um ano está terminando, chegamos no final do túnel e a luz que brilhava não era uma saída e sim uma seta brilhante apontando um desvio.

Mas veja pelo lado bom você lutou e superou todos esses obstáculos, mesmo eles sendo difíceis de até mesmo se imaginar, os problemas acabarão? Claro que não, mas você se tornou mais experiente e conseguirá superar desafios maiores, com ajuda daqueles que são amigos mais chegados que irmãos, o ciclo de 2010 está terminando, um novo ciclo se inicia em poucas horas, mas as verdadeiras alianças resistem aos ciclos do tempo.

Um ano de 2011 cheio de alegrias, desafios e aventuras para todos.

Anderson Menger

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Amor Nunca Acaba!

#FakesdoAmor #01

Muitos dizem que amor é um sentimento, outros dizem que é uma ação, ainda há aqueles que dizem ser um desejo; mas prefiro ver o amor como uma semente, que tem que ser colocado num território previamente preparado para ela com muito carinho, depois de plantada tem que ser regada diariamente, adubada continuamente, depois que crescida, vem a poda e outros tratamentos são feitos para que o amor não morra.

O amor pode morrer, pode acabar? Claro que sim, como uma planta que não é cuidada pode secar e morrer, com o amor isso também pode acontecer. Quantas ruínas do amor nós vemos na vida das pessoas que nos cercam e também na nossa vida? O amor hoje pode estar bem alicerçado, mas se não tiver reparos e cuidados constantes pode vir a ruir, e muitas vezes é tarde demais para reparar, e difícil de reconstruir.


Um grande engano, um fake do amor, é achar que ele nunca poderá terminar. Nós podemos fazer nossa parte preventiva e zelar por ele, para que não pereça, para que não fiquemos apenas com a lembrança dele, ou apenas com as ruínas de um grande castelo chamado Amor.

Muitos são corajosos, enfrentam as suas ruínas, uns decididos a reconstruir, outros apenas decididos a verem onde erraram para não repetir o erro; mas há outros que não conseguem nem passar perto do que foi um dia o amor, fechando a porta do seu coração para ele, vivendo na amargura e na auto - condenação de não ter percebido que seu amor estava ruindo. A esses digo que o melhor a se fazer é se perdoar, se dar mais uma chance e também dar mais uma chance ao amor, deixá-lo surpreender-te, e não esquecer que ele precisa de todo cuidado.

A todos repito o que digo diariamente para mim, amar é um privilegio, é como cuidar de um jardim, há flores, lindas flores, que possuem espinhos e que muitas vezes podem nos machucar, mas o nosso papel é cuidar delas e deixar que cada dia elas floresçam mais lindas, fazendo que o amor cada dia floresça mais forte!

Amar é cuidar, preservar, se dedicar, colher e se doar.

Obs:(1) Não posso deixar de fazer essa dedicatória, a minha noiva Stéfanie, a qual quero cuidar para o resto da minha vida fazendo cada dia nosso amor florescer!

Obs:.(2) #FakesdoAmor é uma serie de textos escritos falando sobre algumas mentiras que acreditamos referentes ao amor, desmistificando o amor!

Anderson Menger


terça-feira, 14 de setembro de 2010

#Fakesdoamor

#Fakesdoamor

O que é isso?

Fakes do amor será uma série de postagens que farei aqui no blog, tratando os diversos tipos de falso amor que existe. E se tornarão um e-book no final da série.

O amor muitas vezes é confundido com outros diversos sentimentos, e ainda mais o amor é atribuído a coisas que nem parecidas com ele são; por isso estaremos juntos aqui, escrevendo e lendo, sobre estes fakes do amor.

Você pode participar mandando sua sugestão via twitter, com a tag #fakesdoamor e/ou também via e-mail – andermenger@ig.com.br .

Estou esperando sua participação!

Anderson Menger

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aos críticos meus pêsames...

Se há uma coisa que tenho certeza de que nunca me livrarei será da crítica, passa os anos, mudam as pessoas, mas as críticas sempre estão ali, muitos tem razão, mas na sua maioria preferiram virar a lupa contra mim. Já aconteceu com você isso? Desculpe-me, acho que é só comigo que isso acontece. Críticos quem me livrará de vocês?!

Esforço-me a fazer as coisas de modo digno, com boa fé, mas eles sempre estão lá para tentar distorcer o que você fez, para julgar a sua motivação, para intentar a decepção. O crítico nada mais é do que um difamador fingido ser um intelectual, ou santinho como melhor preferir.

Todo crítico sofre de uma doença chamada orgulho, que cá entre nós sempre é no mínimo três vezes maior que o dono dela. O orgulho, vem de um desejo de ser melhor que os outros, um desejo medonho, que sempre leva a pessoa a queda; Lucifer sabe bem o que é isso, já que ele é medonho. E este desejo incontrolável, leva as pessoas a criticarem aquelas que consideram melhores que ela, ou digamos que podem tomar seu lugar ou posição.

A lupa do medonho, quer dizer orgulhoso, ou melhor, do crítico, estamos usando este termo, sempre está voltada ao próximo, ele nunca foca-a no seu próprio ser, mas sim no do próximo, visando sempre usar a falha do próximo como desculpas para a sua.

Ao pensar em como me livrar de todos os críticos percebi que teria que morar sozinho em um dos quatro cantos deste mundo. E ainda estaria convivendo com um, eu, crítico em tratamento.

A nossa crítica tem um poder subversivo quando focada em nós. Quando é focada nos outros tem um poder destrutivo.

Aos críticos os meus pêsames, pela destruição causada. Mas em mim nada mais causará. Levarei toda crítica como uma piada, mas todo conselho como um caminho para vida. Crítica é destrutiva, mas o sábio conselho é a construção de um novo caminho para vida.

P.S:. Estou bem mais leve agora, aos que me criticam, meus pêsames!

Ander[son] Menger

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A dor da mudança


No meu dia-a-dia converso com muitos homens e mulheres, em grande parte pessoas que tinham tudo, mas hoje não tem nem onde dormir, estão entregues aos vícios e as circunstâncias da vida. No meu bate-papo com eles sempre procuro despertar a consciência deles para perceber a situação que estão, mas eles preferem continuar nessa dura vida de um morador de rua.

Estava pensando comigo e me questionando qual seria o motivo de pessoas que estão numa situação complicada não quererem uma mudança. Quando pensamos em mudança lembramos trabalho, desmontar e montar, nisso acabamos sempre perdendo algumas coisas; também vem a lembrança de dor nas costas, por causa do esforço que fizemos; então as palavras que mais se parecem com mudança na realidade são trabalho e dor.

Trabalho ninguém gosta de passar, mas dor, ninguém gosta de ouvir essa palavra muito menos sentir.

Na nossa sociedade, na nossa família e em nossa vida não acontecem mudanças porque temos medo da dor que isso causa e do transtorna que vai nos fazer passar. Tantas coisas a sociedade precisa mudar, mas não muda porque a dor de abrir mão de algo nos pesa a consciência. Mas nos esquecemos que passaremos pela dor da perda se não passarmos pela dor da mudança. Um exemplo bem claro disso é o nosso meio ambiente que já começa dar seus pequenos sinais de esgotamento, e quando estivermos passando pela dor da perda de um sistema ecológico perfeito, lembraremos que tivemos a oportunidade de mudá-lo, mas o comodismo não nos deixou realizá-lo.

Mudanças são necessárias hoje, para que no futuro não nos arrependamos de não ter tomado-as há tempo. Toda mudança que não é realizada hoje por causa do medo da dor inflacionará e a dor da mudança não realizada sempre será maior.

Mude hoje, supere seus medos, supere a dor, para que a dor da perda por causa de uma mudança não realizada não seja maior.

Mude hoje, viva o amanhã!

Anderson Menger

andermenger@ig.com.br