sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Treinadores VS. Desenvolvedores

Treinadores VS. Desenvolvedores
O verdadeiro desenvolvimento de liderança

Como líder do ministério, seu objetivo é maximizar os dons que Deus deu a cada pessoa, e não levá-los a fazer o que você precisa que eles façam.
A tensão na liderança da igreja é muitas vezes entre a igreja ser um "povo" e de ser uma organização. Você quer amar e cuidar de pessoas, mas você também tem que fazer o trabalho. A forte ligação entre os dois é o desenvolvimento de liderança, formar, líderes capazes para liderar e amar a Igreja. Se isso for bem feito, o seu ministério será mais eficaz, e muitas vezes as pequenas coisas vão se encaixar ( Êx. 18:21-23 ). Se isso é importante, como é que vamos incorporar as práticas de desenvolvimento de liderança em todas as áreas do seu ministério?
Eu li um artigo de negócios recente citando que a formação é o problema n º 1, com o desenvolvimento da liderança, porque é em grande parte um sistema de abordagem orientado por normas, à custa do desenvolvimento de pessoas. Isto é aparentemente contrário do papel de um líder de ministério na igreja.
Deus dá às pessoas dons a serem usados ​​na igreja para seus propósitos reino ( Rom. 12:6-8 ). O líder cujo ministério papel é equipá-los para a obra do ministério, é um mordomo dessas pessoas e dons ( Ef. 4:11-12 ). Como líder do ministério, seu objetivo é maximizar os dons que Deus deu a cada pessoa, e não levá-los a fazer o que você precisa que eles façam.

19 DIFERENÇAS
A diferença entre treinamento e desenvolvimento pode ser sutil na prática, mas faz toda a diferença. Aqui está uma lista de diferenças que o ajudarão a distinção entre treinamento e desenvolvimento, a partir de uma perspectiva de ministério:
1.      Um treinador acha uma melhor maneira de fazer as coisas e se esforça para determinar o que é.
Um desenvolvedor 
sabe que as pessoas maximizando seus dons dados por Deus é sempre a maneira mais eficaz de fazer o ministério, e cria um quadro que permita isso.

 
2.     Um treinador centra-se na solução rápida.
Um desenvolvedor 
se concentra no longo jogo dos líderes que vão servir para os próximos anos e até mesmo levantar líderes para preencher seus próprios lugares.

 
3.     Um treinador acha que o melhor sistema do mundo vai amar as pessoas também.
Um desenvolvedor 
sabe que os líderes amam as pessoas, e não sistemas.

 
4.     Um treinador é primeiramente um administrador e depois líder.
Um desenvolvedor é líder em primeiro lugar e um administrador segundo.

 
5.     Um treinador motiva com as expectativas.
Um desenvolvedor 
motiva com visão para superar as expectativas.

 
6.     Um treinador tem um teto para a sua influência, porque tudo depende dele.
Um desenvolvedor 
tem potencial ilimitado, porque eles podem se reproduzir.

 
7.     Um treinador recebe influência de sua posição.
Um desenvolvedor 
recebe influência a partir da interação pessoal.

 
8.     Um treinador cria um programa.
Um desenvolvedor 
cria uma cultura.

 
9.     Um treinador irá construir rígidos sistemas e colocar pessoas dentro dele.
Um desenvolvedor 
irá construir um sistema adaptável com um objetivo claro, que dá flexibilidade para as pessoas usarem seus dons únicos dentro dele.

 
10. Um treinador se concentra nos detalhes micros de hoje.
Um desenvolvedor 
trabalha em um ministério e não para ele.

 
11.   Um treinador procura primeiro, habilidade e depois chamando.
Um desenvolvedor 
sabe que é muito mais eficaz treinar alguém que é chamado, em vez da prática desgastante de tentar motivar aqueles que possam estar qualificados, mas não são auto-motivados.

 
12. Um treinador vai trabalhar duro por anos e fazer pouco progresso.
Um desenvolvedor 
irá crescer em influência e alcance por causa dos líderes que têm desenvolvido.

 
13.  Um treinador está focado na tarefa.
Um desenvolvedor 
é focado nas pessoas.

 
14. Um treinador deseja voluntários para se sentir realizado quando executam o que lhes é pedido.
Um desenvolvedor
deseja ver voluntários cheios de alegria, usando seus dons dados por Deus para fazerem mais do que jamais imaginaram ser possível.

 
15.  Um treinador tende a pensar que seu sistema é melhor porque faz sentido para ele.
Um desenvolvedor 
si envolve com pessoas com diferentes dons que irá ajudar a lançar luz sobre pontos cegos.

 
16. Um treinador tem relações comerciais com seus líderes e sempre sabem como os ministérios estão indo.
Um desenvolvedor 
tem relações reais com os seus líderes, e sempre sabe como toda a sua vida está indo, por que para que ele se envolver pessoalmente é desenvolver toda a pessoa.

 
17.  Um treinador determina onde a equipe está indo e exatamente como chegar lá.
Um desenvolvedor 
lança uma visão para onde estão indo, e mobiliza as pessoas para vir junto com ele e sonhar juntos como chegar lá.

 
18. Um treinador vê o fracasso como um problema que precisa ser corrigido.
Um desenvolvedor 
vê fracasso como uma oportunidade para crescer ainda mais. No entanto, falhas repetidas são um problema porque mostram a falha de aprendizado

 
19. Um treinador carrega por trás uma estrutura.
Um desenvolvedor
carrega a frente à visão que eles querem para o seu ministério.

DESENVOLVIMENTO É O DISCIPULADO
O desenvolvimento da liderança atinge o seu auge quando o objetivo é o discipulado.
A comissão de Jesus para ir e fazer discípulos é o que impulsiona a igreja ( Mat. 28:18-20 ), e desenvolvimento de liderança é uma parte essencial de fazer discípulos. Quando vemos o fruto do desenvolvimento de liderança, devemos nos lembrar que Jesus edifica a sua igreja, para ver sua igreja crescer, e sempre vai construir líderes através da igreja para fazer discípulos.
Oro para que todos nós procuramos desenvolver o nosso povo a amar servir e cuidar de sua igreja.

Adaptação: Anderson Menger

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

É decisão




Time que é campeão é aquele que vê cada partida como uma decisão.

Na nossa vida, temos que encarar cada dia, cada situação como uma decisão para nós!

Para sermos vitoriosos em nossas vidas e nas situações que ela apresenta para nós, devemos sempre tomar a nossa decisão.

Sair da platéia da nossa vida, e assumirmos o papel principal é a nossa função, não podemos ser passivos quanto as decisões que precisamos tomar, porque senão tomamos as nossas decisões, a vida ou alguém vai tomar por nós!

Duvido, na realidade tenho plena certeza que nenhum de nós gostamos que alguém decida nossa vida por nós. Mas senão agirmos, apenas assistiremos o teatro da nossa vida, conformados com o fim que ele nos revelará.


Destino é o futuro das decisões que tomamos hoje. Apenas nós podemos decidir tomar as decisões de nossas vidas!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Ódio




Como já dizia Guimarães Rosa:

"Viver para odiar uma pessoa é o mesmo que passar uma vida inteira dedicado à ela".

O ódio nos leva a prisão, quando sentimos, alimentamos e manifestamos o ódio, estamos dedicando a pessoa a nossa vida. Porque ninguém consegue odiar alguém e continuar odiando sem pensar na pessoa a qual nutre esse sentimento venenoso.

Além do ódio, só o amor é tão poderoso, capaz de prender uma vida a outra!

O ódio surge só entre aqueles que se conhecem, não há como odiar alguém que não se conheça.

Ele surge de uma decepção, ou de algo que nos fere, começa como uma mágoa que ao não ser tratada se torna o veneno da alma.

O pior que o ódio quando se enraíza no coração, mesmo que seja apenas nutrido há um individuo, revela a todos a frieza daquele coração.

O amor, a paixão enraizada é fogo para nossa alma, aquece o coração; o ódio é uma nevasca que sufoca e congela a alma.

Para vencer o ódio, só o amor. Mesmo sendo opostos, o amor sempre vence. 

Porque amar é uma decisão que descongela a alma.

A culpa é dos outros




Você já percebeu a diferença do vitorioso e do fracassado?
Quando termina uma partida de futebol, os dois times jogaram no mesmo lugar, mas o discurso do vencedor é sempre muito diferente do perdedor. Quase sempre o jogador do time perdedor acha uma falha ou alguém para culpar.

Quando fracassamos, o que fizemos, assumimos a culpa ou inventamos desculpas?
Inventar desculpas é bem mais antigo do que pensamos, desde os primeiros dias da humanidade desculpas tem sido inventadas, homens e mulheres, de todas as idades, para tentar se livrar da culpa tem inventado desculpas.

Dar desculpas é transferir a culpa! Ou pelo menos compartilhar a culpa. Inventamos desculpas, colocamos a culpa nos outros ou em outras coisas; para mostrar que o fracasso não foi nosso, ou não foi somente nosso.

Existe um ditado popular que diz: “quem dá desculpas, não dá resultado”. Nós sabemos as razões dos nossos fracassos, ninguém fracassa só por causa dos outros; então ao invés de fazermos e inventarmos desculpas, devemos ser a solução do nosso próprio fracasso ou erro. Mas tudo isso começa, quando assumimos a culpa, e a superamos, usando ela para nos ensinar aonde não errar.


Os homens sempre irão fracassar em algum momento da vida, mas não enxergar o erro e assumir a culpa sempre os tornará fracassados.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano novo de novo!


Mais um ano chegando ao seu final, se sentindo realizado por ter consigo cumprir o seu alvo, proporcionando aqueles que o utilizaram mais de trezentas, para ser exato, trezentas e sessenta e cinco, oportunidades.


Dois mil e treze, foi o ano. Para muitos que o temiam por terminar com treze, foi um ano de sorte, tiveram a sorte de viver, amar e de se realizar, para outros foi um ano difícil que gostariam de simplesmente esquecer.

Tudo na vida é assim, ninguém consegue aprovação total, mas os anos já estão acostumados. Muitos os amam, outros deles nem querem lembrar. Todo mundo tem um ano, ou uma parte de um ano, que gostaria de esquecer ou poder voltar e mudar.

Mas como todos sabemos as oportunidades são únicas. E um novo ano, inunda os nossos dias com as mais variadas e variáveis oportunidades. A nós cabe aproveitar cada oportunidade, cada dia, mês e todo o ano, para fazer dele, sempre um ano, que será o nosso ano.

Ano novo, são de novo oportunidades novas, em dias e meses novos, mesmo que tenham os mesmos nomes, num novo ano sempre as expectativas são novas.

Feliz ano novo de novo!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Todo Homem

Todo homem,
Nasceu para ser livre,
Toda liberdade foi feita para o homem.

O homem vive atrás da liberdade,
Quando a encontra,
Por desejá-la tanto,
Acaba se tornando seu prisioneiro,
O homem que encontra a liberdade,
Dela se tornará cativo.

Todo homem,
Que se diz livre,
Pode não ter encontrado a liberdade.
Homens sempre se tornarão, livres,
Quando se sentirem presos pela liberdade.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

As 3 dimensões de um líder

1 ª Dimensão
Gestora – tem que ser bom e dar resultados

2º Dimensão
Educadora – o líder tem que se preocupar em formar novos líderes, e deve atuar como um time, primando pelo boa comunicação!

3º Dimensão

Transformadora – um líder que inova, que consegue ver além do possível, um líder que supera os padrões de excelência.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Trilho de liderança na Visão do MDA




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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Visão do MDA

Na visão do MDA, é possível à Igreja Local ganhar multidões para Jesus sem deixar de cuidar bem de cada cristão – é o modelo de discipulado um a um em ação.
O MDA abrange diversos fatores desenvolvidos na Igreja Local. Sem dúvida, o fator central do Modelo de Discipulado Apostólico é o discipulado um a um que todos na igreja recebem. Porém, este modelo (MDA) fala da visão geral de como cremos que a Igreja Local deve funcionar.
1 – O REINO DE DEUS
Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu Reino…” (Mateus 6.33).
Deus está implantando o Seu Reino aqui na Terra e Ele tem deixado bem claro qual é a visão dEle para nós:
Deus havia dito para o homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra…” (Gênesis 1.28). Por quê? Porque Adão e Eva gozavam de perfeita comunhão com Deus e assim refletiam a glória de Deus perfeitamente. À medida que eles obedecessem a ordem de crescer e multiplicar, toda a terra ficaria cheia da glória de Deus, como as águas cobrem o mar.
O plano original de Deus nunca mudou. Mesmo que o homem natural, por causa do pecado, não reflita a glória de Deus, aquelas pessoas que já nasceram de novo verdadeiramente refletem a Sua glória. Então a ordem de Deus continua a mesma: “Eu quero o Meu Reino implantado sobre toda a terra e isto vai acontecer quando os meus filhos colocarem o Meu Reino em primeiro lugar, crescerem e se multiplicarem até que toda a terra esteja cheia de pessoas que reflitam a minha Glória”.
2 – A IGREJA DO SENHOR JESUS
Mas qual é o contexto em que nós devemos buscar o Reino de Deus? Na prática, como podemos fazer isso?
Jesus disse: “Eu edificarei a Minha Igreja…” (Mateus 16.18) e em outra ocasião Ele disse “quem comigo não ajunta, espalha…” (Mateus 12.30). Em outras palavras, o Reino de Deus aqui na Terra se manifesta e é centralizado na Igreja do Senhor Jesus:
A Igreja do Senhor Jesus é o coração do Reino de Deus.
3 – A IGREJA LOCAL
Posso saber, então, que verdadeiramente estou buscando o Reino de Deus se eu estiver trabalhando com Jesus na Edificação da Sua Igreja Mundial. Mas, como a Igreja Mundial do Senhor Jesus é edificada? Através da Igreja Local.
Se eu não estiver edificando a Igreja Local eu não estou edificando como eu deveria a Igreja Mundial do Senhor Jesus. A Bíblia fala muito mais acerca da Igreja Local do que da Igreja Mundial. Estamos trabalhando com Deus ou contra Deus? Talvez muitos não saibam disto, mas quem não está na visão da Igreja Local – ajudando a Igreja Local a crescer e multiplicar em quantidade e qualidade, está na realidade (mesmo que seja por omissão) trabalhando contra Deus. Isto é sério. Deus coloca máxima importância na Igreja Local porque a Igreja Local é o coração da Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra.
O Apóstolo João, em Apocalipse 1.10-11, ouviu a voz do Senhor Jesus por trás dele. Mas quando virou para ver o Senhor Jesus, primeiramente ele viu sete candeeiros de ouro (Ap. 1.12), e só depois viu o Senhor Jesus (Ap. 1.13). Os sete candeeiros são as sete igrejas locais (Ap. 1.20). Creio que, simbolicamente, isto mostra que para termos plena revelação do Senhor Jesus, temos também que ter a visão da Igreja Local. Onde estava Jesus? “No meio dos sete candeeiros” (Ap. 1.13). No meio das Igrejas Locais. É impressionante a importância que Deus põe na Igreja Local.
4 – A CÉLULA
É muito importante que todos os cristãos da Igreja Local estejam congregando na célula, onde a vida do Corpo se encontra de forma sintetizada em todos os seus muitos aspectos, tais como: adoração, intercessão, evangelismo, integração, discipulado, treinamento de líderes, comunhão, assistência social, etc.
É necessário que essa célula esteja sempre aberta para receber novas pessoas. Como a célula do corpo humano, deve estar sempre crescendo, multiplicando e formando novas células. Esse tipo de célula resgata a “Igreja no Lar”, e por isso cremos ser importante que todos congreguem em uma célula deste tipo, pois acreditamos que foi assim que aconteceu na igreja neotestamentária. Para nós, a Célula é o Coração da Igreja Local.
Todas as nossas Células, heterogêneas e homogêneas, têm essas características, e todos os membros estão em um desses dois tipos de Células. A totalidade de nossas Células cresce, e elas se multiplicam em três áreas:
1) Verticalmente: os membros crescem em intimidade com Deus e multiplicam isso nas vidas dos seus discípulos.
2) Horizontalmente: os membros crescem em comunhão uns com os outros e multiplicam isso nas vidas dos seus discípulos.
3) Exteriormente: Os membros crescem numericamente ganhando novas pessoas para Jesus, discipulando essas pessoas e multiplicam esse código genético de evangelismo e discipulado nas vidas dos seus discípulos. A Célula cresce em número de membros e se multiplica, gerando assim novas Células.
É este tipo de Célula que é o verdadeiro coração da Igreja Local. Na igreja baseada em Células tudo acontece pela Célula, para a Célula, através da Célula e em função da Célula.
No gráfico acima podemos perceber que o coração do Reino de Deus é a Igreja Mundial do Senhor Jesus; o coração da Igreja Mundial é a Igreja Local; e o coração da Igreja Local é a Célula. Você pode perceber, então, que todo esforço cristão para implantar o Reino de Deus na terra deve resultar em priorizar, direta ou indiretamente a edificação de Células no contexto da Igreja Local. Agora, qual é o coração da Célula?
5 – O DISCIPULADO UM A UM
Jesus priorizou o discipulado na Sua vida aqui na Terra. Antes de escolher os seus discípulos Ele orou a noite toda (Lucas 6.12-13), e uma grande parte do seu tempo foi ocupado investindo na vida destes discípulos. Como Ele viajava horas e horas a pé, é bem provável que, enquanto estava caminhando com os discípulos naquelas estradas construídas pelo Império Romano, Ele aproveitasse bem o tempo discipulando. Quem já caminhou por muitas horas sabe que é difícil andar e falar com muitas pessoas ao mesmo tempo. Cremos que Jesus discipulava muito: 1) um a um; e 2) em grupo.
O Dr. Carl Horton, que já dormiu no Senhor, tinha o seu doutorado em “Crescimento da Igreja” pela Escola de Missões Mundiais do Seminário Teológico Fuller. Foi ele quem apresentou os resultados surpreendentes de uma pesquisa realizada com um grande número de líderes cristãos. Os quesitos avaliados na pesquisa eram concernentes à formação de líderes; como e onde foram treinados os líderes que estão tendo mais sucesso no Reino de Deus. A pesquisa demonstrou que:

  • 0% dos líderes foram produzidos pelo púlpito em reuniões públicas de ensino ou pregação;
  • 90% dos líderes foram gerados através do discipulado e mentoreamento pessoal, um a um.
  • 0% dos líderes foram produzidos em classes estruturadas, como Escola Dominical, cursos de Família Cristã, Guerreiros de Cristo, e outras mais;
  • 10% dos líderes foram gerados no discipulado em grupos pequenos;
Na nossa própria experiência, também temos visto que é muito bom discipular em grupos, mas nunca em substituição ao discipulado um a um. Sem dúvida, isto possibilita que o discipulado seja mais profundo, intenso, e específico.
É claro que, para haver esse tipo de discipulado os dois (discípulo e discipulador) devem ser do mesmo sexo. Também, alguém não pode estar discipulando outra pessoa se ele primeiramente não tiver discipulador. O discipulador tem compromisso total de não falar nada para pessoa alguma daquilo que o discípulo confidenciou, a não ser que obtenha primeiramente sua permissão.
Este discipulado deve acontecer no contexto da Célula, ou seja, o discipulador deve participar da mesma Célula do discípulo. O discipulado nunca deve ser manipulativo. O verdadeiro discipulado é para ajudar o discípulo a crescer.
Discipulado é proteção. Discipulado é crescimento. Seja transparente com o seu discipulador. Você ficará maravilhado como Deus vai usar seu discipulador para ajudá-lo a vencer o pecado, crescer espiritualmente, ser um ganhador de almas, e ser também um bom discipulador. “Confessai os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros para serdes curados” (Tiago 5.16).
Uma vez que você está sendo discipulado, é importante começar a orar e pedir a Deus que lhe mostre quem você deverá discipular. Quando você ganha alguém para Jesus, você tem que garantir que aquela pessoa seja bem discipulada. Normalmente é você quem deve discipular aquele novo convertido.
Jesus, antes ascender aos céus, nos deixou a Grande Comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos…” (Mt. 28.19). Isto tem que ser priorizado, pois sem dúvida é um assunto de máxima importância. Na medida em que meditávamos na centralidade do discipulado, Deus nos revelou que o discipulado um a um é o coração da Célula. A esse relacionamento do discipulador com seu discípulo (total de duas pessoas) chamamos de uma microcélula. Como a ênfase central da Visão do Modelo do Discipulado Apostólico é o discipulado um a um, vimos que seria ideal usarmos a mesma sigla para identificar esta microcélula.
Então, como visão da Igreja Local temos:
MDA: Modelo de Discipulado Apostólico.
E como o nome da micro-célula de discipulado, também, temos:
MDA: Micro-célula de Discipulado Apostólico.
O discipulado, na microcélula, é feito um a um. Você poderá notar então que a microcélula tem o total de duas pessoas: Discipulador e Discípulo. Cremos que o MDA é a menor representação da Igreja: a microcélula do Corpo de Cristo, “onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome…” (Mateus 18.20). É interessante notar que o contexto desta passagem se refere à Igreja Local.
O importante é que todos estejam debaixo da cobertura de um discipulador, e que todos estejam fazendo discípulos, porque, como já foi enfatizado, o discipulado é o coração da Célula. Em outras palavras: o MDA é o coração da Célula.
A Visão do MDA pede que cada cristão esteja inserido onde está a figura daquela pessoa no gráfico abaixo:
Na Visão do MDA cada cristão deve estar sendo e fazendo discípulos, participar de uma Célula, abraçar a visão da Igreja Local, buscar a Unidade da Igreja Mundial e colocar em primeiro lugar o reino de Deus.

Para mais informações:

Pr. Anderson
andersonmenger@hotmail.com

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013